Desportos Aquáticos e Outras Atividades Emocionantes para as Férias

Não precisa de fazer férias no estrangeiro para “curtir” ao máximo desportos aquáticos e outras atividades radicais. Portugal é fértil em condições geográficas que lhe permitem divertir-se na água e também fora dela. Vejamos algumas opções disponíveis, por todo o país:

Nos Rios

  • O “rafting” é uma atividade radical que poucas pessoas experimentaram em Portugal. A ideia é descer o rio evitando os obstáculos e “surfando” os rápidos, sem perder o equilíbrio. O rio Minho é adequado para principiantes, enquando o Paiva e o Tâmega oferecem desafios mais exigentes.
  • O “canyoning” é uma atividade que, de acordo com a definição da Federação Portuguesa de Campismo e Montanhismo, consiste na “descida de cursos de água, geralmente no troço montante”, em áreas mais exigentes do ponto de vista geográfico e físico, também. O desporto combina técnicas de escalada e espeleologia, sendo muito procurado por turistas em busca de emoções fortes e contacto com a natureza. Em Portugal, os arquipélagos dos Açores e da Madeira e o Norte e Centro do continente (serra de Gerês, Montemuro, Alvão e Lousã, entre outras) são as zonas onde esta atividade é mais praticada.

No Mar

  • Water SportsAlugue um “jetski” e acelere sobre as ondas. O Algarve e a região de Lisboa possuem uma boa oferta de serviços de aluguer de motos de água.
  • O “parasailing” e o “kitesurfing” exigem que os praticantes gostem de emoções fortes, correr alguns riscos e também dominar o vento. Se no caso do “parasailing” o apoio do barco está sempre presente, no “kitesurfing” o atleta está totalmente entregue a si próprio – e à nortada dominante na costa litoral ocidental.
  • O “power-boat” e a “banana” são dois exemplos de atividades aquáticas que não constituem desportos, mas sim uma experiência divertida em férias, especialmente para as crianças.
  • Também para os mais pequenos, e com vista a despertar uma consciência ambiental e ecológica, é possível participar em viagens de observação dos golfinhos do rio Sado (Setúbal) e também das baleias nos Açores.

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Diferentes Tipos de Desportos Aquáticos que Pode Praticar em Portugal

Com uma orla costeira de 943 km no continente, 667 km no arquipélago dos Açores e 250 km no arquipélago da Madeira, Portugal é um país que proporciona uma enorme facilidade de contacto com o mar.

Devido a esse facto, à sua localização geográfica e características da costa, Portugal reúne as condições perfeitas para a prática de diversos desportos aquáticos.Flyboard

Para além das condições naturais, as infraestruturas de apoio e lazer, como os restaurantes, hotéis e casinos, estão presentes ao longo da costa.

Claro que hoje em dia pode jogar no Spin Palace Online Casino sem sair de casa e repousar no sofá depois de um dia passado na água.

Apresentamos aqui alguns dos desportos aquáticos que pode praticar em Portugal:

Surf

Ao longo da sua costa ocidental, Portugal tem das melhores praias para a prática do desporto aquático mais famoso por terras lusas. Locais como Peniche, Praia do Guincho e Ericeira são verdadeiros polos de atração para os praticantes.

E lembremo-nos de que o recorde para a maior onda alguma vez “surfada” foi obtido na Nazaré, onde se formam ondas com mais de 20 metros de altura. A notícia saíu em todos os maiores meios de comunicação social, como o Jornal Público.

Windsurf

O Oceano Atlântico proporciona uma constante presença de vento nas costas portuguesas.

Desde pontos mais protegidos, onde os principiantes podem aprender as técnicas deste desporto exigente, até ao mar aberto, o praticante de windsurf de qualquer nível encontrará as mais diferentes condições para o seu desporto.

Jet Ski

A prática do jet ski em Portugal requer uma licença especial: a carta de marinheiro. Mas, tendo-a em sua posse, não terá depois de se preocupar com a compra de um dispendioso equipamento. Ao longo da costa portuguesa, encontrará variados locais que possibilitam o aluguer de pranchas motorizadas.

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Como Escolher Uma Academia de Desportos Aquáticos?

A escolha de uma escola ou academia de desportos aquáticos depende de vários fatores, que analisamos seguidamente:

Desporto praticado

A escolha de uma academia será, antes de mais, feita em função dos desportos aí praticados. As escolas de desportos aquáticos em Portugal já se encontram bastante desenvolvidas. É de esperar que existam muitas escolas de surf em Peniche e Ericeira, as “capitais” nacionais do surf. Porém, quem reside no Grande Porto tem ao seu dispor a Surfing Life Club, a Fish Surf School ou a Onda Pura. Da mesma forma, existem escolas de vela de Norte a Sul do país e também nas ilhas, como o Angra Iate Clube, na Terceira.

Proximidade Geográfica

College of Water SportsPara que o seu desporto aquático se torne um hábito, é importante que a prática seja regular, e não meramente um desporto de férias. As férias são, nalguns casos, o primeiro contacto com a modalidade, mas para conseguir evoluir no surf não é aconselhável que esteja inativo durante um período de longos meses até ao seu regresso ao mar. Procure uma academia ou escola que lhe permita – a si ou aos seus filhos – deslocar-se frequentemente, sem perder tempo nem incorrer em grandes despesas de combustível. Por exemplo, se vive em Setúbal, não precisa de cruzar o Tejo para aprender surf, graças às escolas existentes no distrito, como a Caparica Evolution Surf School ou a Duckdive.

Currículo dos formadores

Voltemos ao exemplo do surf. O facto de se tratar de um desporto, associado a um estilo de vida relaxado e descontraído, não implica que todos aqueles que se apresentem como formadores de surf tenham competências para tal. Não é assim tão difícil abrir um estabelecimento, comprar pranchas de surf e reunir uma turma de alunos. A Federação Portuguesa de Surf atribui certificação oficial aos instrutores, de modo a que o ensino e a prática do surf sejam o mais competentes e profissionais possível. Antes de se inscrever numa academia, informe-se sobre o currículo e as habilitações das pessoas que o vão ensinar. Não há qualquer motivo para não se ser exigente nesta matéria.

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Desportos Aquáticos Amigos do Ambiente, Para Exercício e Diversão

As preocupações ecológicas e ambientais são prementes e é cada vez maior o número de pessoas que as têm em conta relativamente às escolhas que fazem, sendo que o lazer e o desporto não são exceção. Neste artigo, vamos associar desportos aquáticos e ambientalismo, elencando alguns desportos sobre a água para exercício e diversão.
Quase todos os desportos aquáticos são ecológicos, na medida em que não é necessário consumir combustíveis fósseis nem ocorre emissão de resíduos. É natural que o “jetski”, pelo consumo de gasolina e risco de vazamento de detritos para a água (óleo), seja o principal desporto a evitar por quem pretende proteger o meio ambiente. Ainda assim, já existem diversos esforços investidos no sentido de criar motas de água elétricas, como é o caso da Universidade da Austrália Ocidental e da empresa Quadrofoil, da Eslovénia. Contudo, enquanto a opção de um “jetski” elétrico não chega ao mercado, vejamos outras opções de desportos aquáticos ecológicos:

  • SWindsurfingurf: dominar as águas e as ondas sobre uma prancha.
  • “Windsurf”: é idêntico ao surf, mas neste caso requer a ajuda do vento. No Youtube, é possível encontrar vídeos que mostram a espetacularidade deste desporto, em especial associados a Robby Naish, um dos maiores campeões de sempre. Já o português João Rodrigues disputa, em 2016 e de forma incrível, a sua sétima Olimpíada consecutiva no “windsurf”, marcando presença nesta competição desde 1992!
  • “Stand Up Paddle”: remar em pé sobre uma prancha, como se fosse uma jangada, é um exercício mais exigente do que parece. Requer equilíbrio, concentração e alguma força de braços, pois não há motor.
  • Canoagem: entre no caiaque, proteja-se do sol e comece a remar, sentindo os problemas do quotidiano a ficar lá atrás. A canoagem não polui.
  • Mergulho: a única forma de este desporto ser antiecológico é se o mergulhador, de alguma forma, destruir as plantas ou as formações rochosas que encontrar no fundo do mar.

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O Que Faz do Jet Ski o Melhor Desporto Aquático?

O “jet ski” é o melhor desporto aquático? Definir qual é o melhor será sempre uma questão subjetiva, mas existem boas razões a levar os “aceleras” das motos de água a considerar esta modalidade como a melhor para praticar sobre as águas, seja no mar, no rio ou no lago.

Velocidade

jetski SpeedO apelo da velocidade está sempre presente numa moto aquática, dando-nos a sensação de que cada onda é diferente e de que queremos sempre mais. A possibilidade de andar mais e mais depressa está sob a nossa mão, bem como a possibilidade de fazer “cavalinhos” sobre as ondas ou “piões” em círculos. Os praticantes mais experientes conseguirão controlar a máquina em pé e sentir que dar um passeio radical no mar se torna cada vez mais fácil e emocionante.

Segurança

Sendo um desporto radical, o “jetski” é uma modalidade relativamente segura. O impacto contra a água raramente é causador de lesões, estando nas mãos do desportista evitar zonas com banhistas, outros barcos, rochas ou recifes. Na verdade, a mota de água é frequentemente um elemento de segurança utilizado no patrulhamento de praias, para que o nadador-salvador possa alcançar rapidamente uma vítima em apuros, e também como suporte aos surfistas de ondas gigantes, quer para lançá-los no início da onda, quer para recolhê-los em caso de queda.

Versatilidade

A moto aquática pode ser utilizada em quase qualquer lugar. Pode utilizá-la numa albufeira de águas tranquilas, de modo a atingir elevadas velocidades, ou então no mar, de forma a cortar o “swell” ou a saltar por cima das ondas maiores. Além disso, ao contrário de modalidades tendencialmente individuais, como o “kitesurf”, aqui é muito fácil partilhar a experiência com outra pessoa; basta levá-la “à garupa”, sem qualquer espécie de equipamento adicional, para que ambos os participantes possam desfrutar do passeio! Não se esqueça de que o passageiro deve agarrar-se bem para não cair à água!

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Que Perigos Espreitam Os Praticantes de Desportos Aquáticos?

Os desportos aquáticos também compreendem alguns perigos, para os quais os novos praticantes devem estar atentos. Analisemos alguns desses riscos em detalhe:

Desportos Radicais

Extreme water sportsNo caso dos desportos chamados “radicais”, é fácil compreender os riscos envolvidos, uma vez que a própria sensação de perigo faz parte do apelo do desporto em questão. O “kitesurfing” tem sido associado a situações em que o praticante perde o controlo do “kite” sob ação do vento, podendo ser arrastado por centenas de metros; se existirem falésias, há perigo de morte. No “jetski”, a mota de água pode fugir ao controlo do praticante a altas velocidades; o mesmo pode acontecer no “rafting”, em que o domínio dos “rápidos” é o principal apelo. Nestes casos, além do risco, é a própria condição física do praticante que deve ser absolutamente perfeita. No caso do surf de ondas gigantes, nem seria preciso falar: a experiente surfista brasileira Maya Gabeira correu risco de afogamento na praia do Norte, na Nazaré. Recomenda-se que o desportista saiba nadar perfeitamente e tenha experiência prévia em outros desportos.

Desportos mais tranquilos

O surf já é de tal forma “mainstream” que começa a deixar de ser considerado como um desporto “radical”. Em todo o caso, o surfista, mais do que saber nadar, deve estar perfeitamente à vontade na água, mantendo a calma, e saber como lidar com correntes contrárias. Mesmo no caso do “stand up paddle”, recomendado para crianças, pessoas de mais idade ou menos propensas à atividade desportiva, é obrigatório que saibam manter-se calmas caso caiam à agua. A canoagem também tem sido procurada por famílias, por ser um desporto coletivo e uma experiência que podem partilhar, mas é necessário utilizar coletes e conhecer algumas regras básicas, caso o caiaque ou a canoa se virem ao contrário.

Os desportos aquáticos que exigem ao desportista mais tempo de exposição ao sol escondem outro perigo: as queimaduras. O uso de protetores solares é obrigatório, e recomenda-se roupa larga e chapéu. É o caso evidente das viagens de canoa a ritmo lento, que tendem a prolongar-se, por vezes, por várias horas, provocando escaldões aos seus praticantes.

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Mais 6 Desportos Aquáticos Emocionantes para este Verão

Já antes fizemos uma lista de 6 desportos aquáticos para experimentar no verão. Agora, repetimos a dose e sugerimos mais 6 atividades para preencher as suas férias!

“Surfing”

O surf era um desporto radical no início, quando era algo “importado” do estrangeiro, geralmente por veraneantes portadores de uma cultura vagamente “hippie”, cuja relação com o mar parecia mais descomplexada do que a nossa. Hoje em dia, já ninguém tem medo de se afogar por não saber nadar convenientemente e muitas são as crianças e adolescentes que querem aprender a dominar as ondas sobre uma prancha. Entretanto, a costa do Oeste tornou-se uma referência internacional neste desporto.

Kitesurf“Kitesurf”

À medida que o surf se tornou um desporto dito “mainstream”, os adeptos das atividades radicais já não se podiam ficar por enfrentar ondas de 2 metros de altura. O “kitesurf” junta o “kite” (“papagaio”) ao “surf” para criar um desporto no qual o atleta usa a força do vento para dominar as ondas.

Vela

Dedique as suas férias a conhecer melhor os segredos da navegação à vela. De Norte a Sul existem escolas e clubes náuticos que lhe poderão ensinar os princípios básicos deste desporto tão relacionado com a História de Portugal. Alguns velejadores afirmam que se trata de um exercício de “mindfulness” semelhante a outros desportos aquáticos, como a pesca – mas sem interferir com a vida animal.

“Flyboard”

O “flyboard” é a sua oportunidade de se sentir um super-herói de banda desenhada. Um “jetpack”, funcionando com jatos de água e também transportado às costas, permite ao “flyboarder” voar até aos 15 metros de altura e mergulhar até aos 2,5 metros de profundidade!

Esqui aquático…. sem esquis

O esqui aquático consiste em ser rebocado a alta velocidade por um “jetski” ou um barco a motor, o que já de si é um desafio exigente. E que tal experimentar esqui aquático sem a estabilização dos esquis, somente com os pés descalços sobre a água?

“Rafting”

Junte os amigos e desça o rio Paiva a toda a velocidade num bote insuflável a remos. Não se esqueça do colete salva-vidas, não vá o barco tombar! Às vezes, parece que evitar que o bote se vire e conseguir chegar ao fim sem uma “molha” é quase um lance de sorte, como jogar no SpinPalace Online Casino e conseguir uma grande pontuação. Se é certo que a sorte desempenha o seu papel, o “rafter” necessita também da dose certa de força, agilidade e muita presença de espírito.

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